terça-feira, 28 de março de 2017

Coreógrafo e coordenação geral desligam-se de Bambas da Orgia


Por Israel Ávila 

Passado em sua totalidade o carnaval de 2017, as primeiras manifestações da famosa “Dança das Cadeiras” começam a surgir lá pelas bandas da Voluntários da Pátria. Quem primeiro deixou seu cargo à disposição foi o coreografo da comissão de frente Alexandre Pereira, o Choco.

Segundo ele, as dificuldades em coisas simples, como abrir a quadra para ensaios da comissão, foram alguns dos motivos que o levaram a não permanecer em Bambas da Orgia. Ele agradece a receptividade da escola e a sua comissão de frente por ter desenvolvido um grandioso trabalho.

Família Bala despede-se descontente...


Uma das mais premiadas coordenações (harmonia geral) de carnaval, a Família Bala despediu-se da escola indignada com a gestão do carnaval como um todo, e pela aceitação da escola para determinados fatores. Segundo ele exclamou nos microfones da Rádio Gaúcha na dispersão ao repórter Elias Costa, é impossível uma escola como Bambas da Orgia desfilar em 50 minutos, justificando os 0,4 décimos perdidos na escola pelo atraso na saída:

“... muito engenheiro comandando o carnaval, pessoas que não conhecem o andamento de uma escola. Hoje vai todo mundo se azarar aqui! Pessoas incompetentes me marcam 50 minutos de desfile, isso não existe para uma escola como Bambas da Orgia e Imperadores do Samba. São pessoas doentes, e por isso o carnaval está nesta bagunça. A coordenação foi informada da normativa da redução de tempo e eu fui falar com o Juarez que era impossível. Querem crescer o carnaval deste modo? Falo do Juarez e dos presidentes, inclusive o de Bambas da Orgia que participou desta decisão!” – desabafou Jadir Pessoa, diretor da Família Bala aos microfones da Rádio Gaúcha ao fim do desfile da escola.