segunda-feira, 18 de maio de 2015

Perfil: Márcio Oliveira


Nome: Marcio Oliveira

Idade: Caraca, 32

Naturalidade: Porto Alegre

Função no carnaval: Diretor Geral – Portal Camarote Cultural

Profissão: Comissário de Voo

Religião: Espírita 

Estado Civil: (   )Solteiro   (    )casado   ( x ) namorando  (   ) enrolado   (    ) a procura


Escola que começou: Estação Primeira da Figueira

Escola por onde passou: Imperatriz Dona Leopoldina

Escola que está: Acadêmicos do Salgueiro

Escola do coração: Salgueiro e Figueira

Se não ocupasse a função que ocupa no carnaval, o que você seria? : Não tenho a mínima idéia, mas se tivesse condições financeiras, criaria uma escola de samba, sem vícios, com uma nova mentalidade trabalhando com planejamento, profissionalismo e responsabilidade social, agregando a cultura popular e a comunidade.


Profissional do carnaval gaúcho que você admira: Odir Ferreira – A Atividade que lhe compete é de extrema responsabilidade e o mesmo realiza com muita competência, é o primeiro a chegar e o último a sair.

Um carnaval inesquecível: Não há como não lembrar de “Gaya” merecíamos o título, a escola estava impecável, ao final do desfile o Setor 12 e 13 cantava enlouquecidamente ‘É Campeão’, muito emocionante.

Uma palavra: Sorria

Um sonho: Que todos respeitem as diferenças e vivam em paz.

Um programa de TV: Cara, sou noveleiro, me amarro em várias.... Avenida Brasil foi demais.

Um filme: Em Busca da Felicidade.

Um amigo ou amiga: Meu cachorro o “Sheik”.

Uma música: Meu Caminho – Arlindo Neto

Um defeito: Perfeccionista 

Uma qualidade: Dedicado.

O que você vê de certo no carnaval: O Amor do povo Carnavalesco pela festa popular.

O que você vê de errado no carnaval: A Falta de educação e respeito seja com profissionais ou com simples foliões, colaboradores que desejam agregar ou integrar-se a folia. O Carnaval não pertence a ninguém, é um patrimônio do povo.


Uma história de carnaval: No ano de 2000 após desfilar acompanhei o restante dos desfiles na arquibancada com minha vó, ao passar os Bambas da Orgia na avenida sem nenhuma alegoria, observei o olhar de cada componente, suas faces estavam lavadas em lágrimas, mas o samba na ponta da língua, aquela cena me chamou muito a atenção, era o amor e a emoção pela escola, aflorando nos corações.