segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Perfil: Luciano Faller



Nome: Luciano Faller

Naturalidade: Brasileiro 

Função no carnaval: Diretor de bateria (auxiliar)

Profissão: Vigilante

Religião: Africanista (Batuqueiro)

Estado Civil
: (   )Solteiro   (    )casado   ( x ) namorando  (   ) enrolado   (    ) a procura

Escola que começou: Estado Maior da Restinga

Escola por onde passou: Imperatriz Dona Leopoldina, Vila do IAPI, Embaixadores do Ritmo, Vila Isabel, Tradição (Guaíba)

Escola que está: Embaixadores do Ritmo

Escola do coração: Imperatriz Dona Leopoldina

Se não ocupasse a função que ocupa no carnaval, o que você seria? : Não me vejo em outro setor que não seja a bateria.

Profissional do carnaval gaúcho que você admira: Adroaldo Mancil (Dodô), Jorge Tarol

Um carnaval inesquecível: Império do Sol 2003 (Barra do Ribeiro)

Uma palavra: Mãe

Um sonho: Terminar a faculdade de gastronomia

Um programa de TV: The Walking Dead

Um filme: The Warriors (Os selvagens da noite - 1979)

Um amigo ou amiga: Minha irmã, Jeane

Uma música: Além do véu de Maya (Tribo de Jah)

Um defeito: Falar o que penso, nos momentos mais impróprios.

Uma qualidade: Ser sincero

Foto: Fábio Cruz
O que você vê de certo no carnaval:  A evolução de vários quesitos, entre eles harmonia musical, fantasia, mestre sala e porta bandeira, e é claro bateria. A dedicação e imparcialidade da “imprensa informal” (blogs, sites e páginas sem vínculo com outras empresas).

O que você vê de errado no carnaval: O descaso e falta de compromisso não só com o Porto Seco, mas com toda a comunidade carnavalesca.


Uma história de carnaval: Depois de 26 anos de avenida, fica difícil escolher apenas uma, mas vamos lá... Desfile do Embaixadores de 2012, estávamos com tudo pronto, fantasias entregues, bateria pronta.. quando um ritmista me pergunta: “como vamos entrar no recuo?”  Perguntei ao Joubert, e ele tranquilamente (como se não faltassem 30 minutos para entrar na avenida) me responde: “Ué, vocês já não tinham ensaiado??” Fiquei sem reação na hora, era uma corrida contra o tempo, pois tínhamos preparado tudo, e esquecemos a entrada do recuo... Fizemos um a “reunião expressa” com os outros diretores (na verdade, arrastei minha irmã junto, sei lá, fica mais fácil fazer insanidades com ela por perto...) e criamos a entrada de recuo que é usada até hoje. Na concentração, muitos estavam preocupados, pois não entenderam quando dissemos como seria. Se pudesse voltar e fazer tudo de novo eu faria, foi uma emoção incrível ver a bateria “encolhendo” na avenida. São momentos únicos, e sensações que só o carnaval nos proporciona.